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XVII - A imortalidade das almas

XVII - A imortalidade das almas

A Confissão Escocesa de 1560 (Scots Confession), texto completo: a confissão de fé da Igreja da Escócia até a Confissão de Westminster, com PDF grátis

Os eleitos que partiram estão em paz Ap. 14.13. Is. 25. 8. Ap. 7.16, 17. Ap. 21.4. Ap. 16.10, 11 Is. 66.24. Mc. 9.44, 36, 48. e descansam dos seus trabalhos; não que durmam e caiam num certo esquecimento (como afirmam algumas cabeças fantasiosas), mas estão livres de todo temor, de todo tormento e de toda tentação, aos quais nós e todos os eleitos de Deus estamos sujeitos nesta vida, e por isso levamos o nome de Igreja militante. Assim como, ao contrário, os réprobos e infiéis que partiram têm angústia, Lc. 23.43. Lc. 16.24, 25. tormento e dor que não se podem exprimir; de modo que nem uns nem outros estão num sono tal que não sintam gozo ou tormento, como claramente o testificam a parábola de Cristo Jesus no capítulo dezesseis de Lucas, as suas palavras ao ladrão Ap. 6.9, 10. e estas palavras das almas que clamam debaixo do altar: Ó Senhor, tu que és reto e justo, até quando não vingarás o nosso sangue sobre os que habitam sobre a terra?